O som da revolução

Capa para o livro de rodrigo meheb sobre os anos 1965-1969, que marcam um tanto o testemunho coletivo de um novo discurso musical, com Bob Dylan trocando seu violão pela guitarra e quatro anos depois o começo do desmanche de uma utopia, enquanto se impunha o pragmatismo na condução de um negócio corporativo que envolvia cifras milionárias