O ventre da baleia

“A felicidade não cobra motivo: ninguém se pergunta porque é feliz; simplesmente é, e basta. Com a desgraça ocorre o contrário: sempre buscamos motivos que a justifiquem, como se a felicidade fosse o nosso destino natural, aquilo que nos é devido, e a desgraça, um desvio perverso cujas causas nos esforçamos em vão para desencavar.”